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Segurança de Dados em Telerradiologia: Protegendo Informações Críticas de Pacientes

Pessoa segurando símbolos tecnológicos
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A segurança de dados em telerradiologia desempenha um papel vital na garantia do atendimento médico de qualidade. Nesse contexto, informações precisas e confidenciais são transferidas eletronicamente para diagnósticos e tratamentos, tornando a proteção de dados um imperativo.


Qual é a importância da segurança de dados em telerradiologia?

Mão segurando símbolo de segurança

Em um mundo cada vez mais digitalizado, a segurança de dados na telerradiologia não é apenas uma prioridade, é uma necessidade vital. Quando se trata da saúde dos pacientes, a confidencialidade e integridade das informações são fundamentais, anda mais após o vigor da Lei LGPD.

Na telerradiologia não poderia ser diferente, onde dados sensíveis e exames médicos são transmitidos eletronicamente, a segurança de dados torna-se ainda mais crucial.

No entanto, essas informações sensíveis podem enfrentar perigos, como vazamentos ou acessos não autorizados. Isso pode causar sérios problemas para os pacientes, além de acabar com a reputação empresa.

Portanto, a importância da segurança de dados na telerradiologia é fundamental para:

Confidencialidade do Paciente

A privacidade dos pacientes é sagrada. Garantir que seus registros médicos permaneçam confidenciais é essencial para construir confiança, preservar a vida e saúde dele e cumprir regulamentações de privacidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Qualidade do Diagnóstico

Dados imprecisos ou comprometidos podem levar a diagnósticos errados e tratamentos inadequados. A segurança de dados é fundamental para garantir que os médicos autorizados tenham acesso a informações precisas.

Integridade das Informações

Evitar a adulteração de informações é crucial. A segurança por meio da criptografia protege contra a manipulação indevida de dados médicos.

Conformidade Regulatória

Regulamentações rígidas, como as da ANVISA e do Conselho Federal de Medicina, exigem a proteção de dados na telerradiologia. Não cumprir essas regras pode resultar em penalidades legais.

Confiança do Paciente

Quando os pacientes sabem que seus dados estão seguros, estão mais dispostos a adotar a telerradiologia bem como a telemedicina como opções de atendimento médico.

Por que investir em segurança da informação na área da saúde?

Mão digitando em um computador notebook

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) estabelece regras bem definidas sobre como as informações pessoais são tratadas, que visa proteger os pacientes contra o uso indevido ou não autorizado de suas informações, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso aos dados.

No caso das empresas de telerradiologia, isso quer dizer que todas as informações dos pacientes, como exames, diagnósticos e dados pessoais, devem ser mantidas em segredo máximo.

Caso a informação sobre dados, laudos ou imagens sejam vazadas ou violadas, o paciente que se sentir desrespeitado no tratamento de seus dados pode recorrer aos órgãos competentes que poderão penalizar a empresa por tais danos causados.

Por essa razão, investir em segurança da informação na área da saúde essencial para garantir a privacidade, a confiabilidade e a qualidade do atendimento médico.

Boas práticas de segurança da informação na telerradiologia

Mão segurando símbolo de segurança em uma núvem

Atualmente, existem algumas boas práticas que asseguram a segurança da informação no que se refere à telerradiologia. Abaixo listamos as principais delas!

1. CRIPTOGRAFIA DE DADOS

A criptografia atua como uma segurança extra em sites e softwares. Ela protege informações sensíveis, tornando-as ilegíveis para qualquer pessoa não autorizada, ou seja, não permite que as informações sejam acessadas por terceiros.

2. ASSINATURA DIGITAL NOS LAUDOS

A assinatura digital dos laudos online pelo serviço de telerradiologia em validade jurídica e garante segurança ao documento, além de autenticidade, integridade e confidencialidade entre as partes.

3. SOFTWARES ATUALIZADOS

Mantém sistemas e software atualizados contribui para corrigir possíveis vulnerabilidades nos dados compartilhados.

4. CONTROLE DE ACESSO

O controle de acesso consiste em limitar o acesso de certas informações a pessoas que fato precisam ter conhecimento dos dados, de forma que somente pessoas autorizadas podem acessá-los.

5. IMPLEMENTAR A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NO COTIDIANO

O centro de imagem deve implementar políticas bem definidas de segurança da informação. Isso envolve estabelecer diretrizes e padrões éticos que devem ser aderidos por todos os funcionários da instituição.

É fundamental que essas diretrizes estejam documentadas em um manual específico de segurança da informação. Dessa forma, sempre que surgirem questionamentos ou incertezas, os colaboradores têm a possibilidade de consultar este documento como uma referência pronta para esclarecimentos.

Legislação Brasileira sobre Segurança de Dados em Telerradiologia

Pessoa utilizando um tablet com símbolos tecnológicos de segurança saindo da tela

A  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), lei 13.709/2018, que entrou em vigor no Brasil em setembro de 2020, dispõe justamente sobre o tratamento empregado aos dados pessoais, inclusive em serviços que fazem o uso de telerradiologia.

A LGPD impõe a implementação de medidas de segurança adequadas, como criptografia de dados, sistemas de autenticação e monitoramento, para proteger os dados contra acessos não autorizados.

Ao adotar essas medidas, as empresas de telerradiologia fortalecem a segurança de seus sistemas e reduzem o risco de incidentes de segurança.

Além disso, no que se refere à telerradiologia, é necessário atender aos requisitos estabelecidos no “Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2)”, definido no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde.

Principais Riscos e Ameaças à Segurança de Dados em Telerradiologia

Na telerradiologia, alguns riscos comuns incluem vazamento de dados pessoais de pacientes, acessos não autorizados, falhas de segurança em sistemas, bem como ameaças cibernéticas como malware e ataques de hackers.

Proteger-se contra essas ameaças é vital para garantir a confidencialidade dos exames médicos e informações sensíveis dos pacientes.

Implementar medidas robustas de segurança, incluindo criptografia de dados e treinamento da equipe, é essencial para minimizar esses riscos e assegurar um ambiente de telerradiologia seguro e confiável.

Conclusão

Em um mundo em que a tecnologia avança rapidamente, a segurança de dados na telerradiologia é mais do que um requisito legal, é um compromisso com a vida e a privacidade dos pacientes.

Garantir que informações sensíveis estejam seguras é fundamental para oferecer atendimento médico confiável e manter a confiança dos pacientes.

Ao seguir as boas práticas de segurança, as clínicas de telerradiologia não apenas cumprem as normas, mas também fortalecem os alicerces do cuidado de saúde moderno.

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