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Desvendando a Radiologia Intervencionista

radiologia intervencionista - médica mulher olhando para a câmera e sorrindo
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Também chamada de IR ou terapia guiada por imagem, a radiologia intervencionista ainda é pouco conhecida entre a população brasileira, mas tem crescido bastante no país e demandado mais especialistas.

A radiologia intervencionista é uma subespecialidade da radiologia que permite que o radiologista atue diretamente no diagnóstico e tratamento de diversas doenças, utilizando técnicas minimamente invasivas e equipamentos de imagem. 

Essa área apresenta diversas aplicações e vantagens em relação a outros métodos terapêuticos.

Continue a leitura e fique por dentro desse assunto!

O que é radiologia intervencionista?

A radiologia intervencionista é uma subespecialidade da radiologia que utiliza técnicas minimamente invasivas para diagnóstico e tratamento de diversas doenças. 

Essa subespecialidade é bastante abrangente, com aplicações em diversas especialidades médicas, como oncologia, neurologia e cardiologia. 

Diferentemente da radiologia convencional, que se concentra em obter imagens diagnósticas do corpo, a radiologia intervencionista permite que o radiologista atue diretamente no tratamento de diversas patologias através da associação de princípios clínicos e cirúrgicos.

Dessa forma, o radiologista intervencionista pode realizar procedimentos como a colocação de stents, drenagem de líquidos, ablação de tumores e entre outros utilizando equipamentos de imagem como o ultrassom, tomografia computadorizada e fluoroscopia.

Como funciona a radiologia intervencionista

A radiologia intervencionista utiliza equipamentos de imagem, como o ultrassom, tomografia computadorizada, fluoroscopia e entre outros, para orientar procedimentos terapêuticos em tempo real. 

Com a utilização desses equipamentos,  o radiologista intervencionista é capaz de localizar com precisão o alvo do procedimento (tecido, órgão ou tumor) e, assim, introduzir agulhas e/ou cateteres com acompanhamento simultâneo das imagens – tornando o procedimento seguro e eficiente, permitindo que o radiologista intervenha diretamente no tratamento de forma menos invasiva que as cirurgias convencionais.

Entre os procedimentos mais comuns realizados pela radiologia intervencionista, podemos citar:

  • Angiografias: também chamada de arteriografia, é um procedimento percutâneo onde há a inserção de um cateter com o propósito de visualizar e registrar imagens da artéria do paciente;
  • Angioplastias: técnica terapêutica para corrigir obstruções nas artérias, em especial as coronárias. Utiliza cateter (Stent) que ajuda a manter a artéria dilatada, normalizando o fluxo sanguíneo no local;
  • Biópsias: são coletadas amostras de tecido através de agulhas, pinças ou bisturi para que seja feito a análise laboratorial do conteúdo;
  • Drenagens: em drenagens, a introdução dos cateteres e drenos ocorre de maneira percutânea e servem para retirar coleções líquidas que se formam no abdome, no tórax ou na própria pele do paciente;
  • Gastrostomia: podendo ser tanto um procedimento percutâneo ou cirúrgico, uma sonda é introduzida no organismo da pessoa para que seja incorporada a sonda alimentar;
  • Tratamento para aneurismas: comumente, nesse tratamento, é feito a embolização de maneira endovascular.
  • Ablação de tumores: a ablação guiada por imagem é hoje um dos procedimentos mais atuais para o tratamento de alguns tumores, utilizada principalmente para tratamento de tumores hepáticos e renais.

Vantagens da radiologia intervencionista

A radiologia intervencionista apresenta diversas vantagens em relação a outros métodos terapêuticos, como:

  • Redução do tempo de internação; 
  • Menor risco de complicações;
  • Menor tempo de recuperação. 

Além disso, muitos procedimentos podem ser realizados em regime ambulatorial, o que significa que o paciente pode ir para casa no mesmo dia.

Agora, quando falamos sobre as vantagens que beneficiam ambos os lados, tanto os pacientes quanto os radiologistas intervencionistas, é possível colocar em prática tratamentos que não seriam possíveis senão por uma cirurgia aberta. Por exemplo, o tratamento de tumores no fígado presentes em pacientes oncológicos.

Diferença entre o radiologista intervencionista e o radiologista diagnóstico

O radiologista intervencionista e o radiologista diagnóstico são especialistas em áreas distintas da radiologia. 

O radiologista diagnóstico é responsável por interpretar imagens para diagnóstico de doenças e lesões, enquanto o radiologista intervencionista realiza procedimentos terapêuticos utilizando equipamentos de imagem.

A formação desses especialistas também difere: o radiologista diagnóstico passa por um treinamento específico em diagnóstico por imagem, enquanto o radiologista intervencionista passa por um treinamento adicional em procedimentos intervencionistas.

Quanto aos procedimentos realizados, o radiologista diagnóstico geralmente não realiza intervenções diretas no paciente, enquanto o radiologista intervencionista usa as imagens de diagnóstico para orientar procedimentos terapêuticos em tempo real.

Formação e especialização do radiologista intervencionista 

Para se tornar um radiologista intervencionista, é necessário:

  • Concluir a graduação em Medicina;
  • Realizar uma residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, que tem duração de três anos. 
  • Após a residência, fazer uma especialização em Radiologia Intervencionista, que tem duração média de dois anos e oferece treinamento específico em procedimentos intervencionistas guiados por imagem. 

Conclusão

Em resumo, os radiologistas que são especializados em radiologia intervencionista são profissionais capazes de otimizar a qualidade de vida dos pacientes através de intervenções cirúrgicas minimamente invasivas guiadas por imagem que possuem estas vantagens significativas, tanto para as clínicas e hospitais quanto para as pessoas.  

Os procedimentos mais comuns na rotina do médico radiologista intervencionista incluem a angioplastia, drenagem e a ablação de tumores. 

Essa subespecialidade apresenta diversas vantagens em relação a outros métodos terapêuticos, como a redução do tempo de internação e menor risco de complicações.

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